JAÍBA, POLICIAL MILITAR DISPARA ARMA DE FOGO EM VIA PÚBLICA NA CARREATA DOS CAMINHONEIROS EM FESTEJO DE SÃO CRISTÓVÃO.


28 DE JULHO
JAIBA(Por Sueli Teixeira)- Na manhã desse domingo(28), fiéis da igreja católica Quase Paróquia Sagrada Família e festeiros da 25° Festa de São Cristóvão, passaram por momentos assustadores e perigosos diante ação do policial militar em Jaíba.
O fato aconteceu na avenida principal de Jaíba, frente ao banco Itaú. O policial militar Júnior, deu ordem de parada a um motoqueiro que estava "estralando" sua motocicleta no meio da carreata, e o motociclista não parou e saiu correndo fazendo uma volta em placa proibido retornar, levando o policial simplesmente a atirar, atingindo uma parede de estabelecimento comercial. E o policial mandou o povo para a "puta que pariu", atitude estranha para uma autoridade, afirma o participante.
VEJA NA LEI DISPARO DE ARMA EM VIA PÚBLICA
Neste artigo analisamos o disparo de arma de fogo em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, efetuado pelo policial quando em serviço ou em razão deste. Trataremos da conduta típica descrita no artigo 15 da Lei 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento) e suas discussões doutrinárias, do modo como alguns tribunais vêm decidindo essas questões e procuraremos situar, em situações fáticas, como o policial, ao efetuar a conduta típica prevista na lei em comento, estará agindo albergado pela excludente de ilicitude do inciso III do artigo 23 do Código Penal (praticar fato em estrito cumprimento do dever legal) para, então, concluirmos sugerindo os limites nos quais a utilização da arma de fogo, pelo policial, estará sendo efetivada com a finalidade de proteger a sociedade, objetivo maior da existência daqueles servidores.
O crime de disparo de arma de fogo em via pública, previsto na Lei 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento), está assim tipificado:
Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:
Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. Conclui a lei.
Na imagem divulgada pelo blog Boneka Jaíba, a marca de tiro é na parede da padaria sabor vivo de Jaíba na Avenida Coronel Moacir J. Silva, frente ao banco Itaú, onde qualquer pessoa passando pela avenida ou no estabelecimento comercial poderia ser atingido e consequentemente ferido ou morto.
Entrei em contato na polícia militar de Jaíba, onde o Sargento Alves de plantão passou o telefone do 51°Batalhão Militar em Janaúba para demais esclarecimentos e providências desse ocorrido, mas até o momento não consegui falar na unidade.
Em depoimento de alguns organizadores da festa de São Cristóvão, a atitude do PM revoltaram aos fiéis e denunciará ao superior da PM para medidas cabíveis dessa ação.
Essa matéria ainda será editada após esclarecimentos da 51° Batalhão da Polícia Militar e demais envolvidos.
Jornalista Sueli Teixeira
Blog Boneka Jaíba

3 comentários:

  1. lamentavel!
    mas graças a deus nao feriu ninguen.

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  2. Os motociclistas de Jaíba vão pra Lapa e aprontam na Bahia, daí lá apanham. Em Jaíba os motociclistas em uma procissão religiosa querem aprontar também. Quem colocou a vida das pessoas em risco não foi o militar e sim o motociclista, até porque a motocicleta também pode ser usada como uma arma. Uma parte da população de Jaíba deve deixar de se achar vítima das coisas e mudar sua postura, analisar o contexto de tudo através de um modo mais amplo. Parabéns sim ao militar que usou dos meios necessários pra repelir a injusta agressão. utilize a arma quantas vezes for necessário para resguardar sua vida e de sua guarnição, não faça seus amigos e familiares chorarem igual chora os amigos e familiares de SGT Machado até hoje.Utilize de todos os meios necessários, mas volte vivo pra sua casa. Não se esqueça que parte dessa população que te crítica hoje ontem escondeu um assassino de um agente da lei.

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  3. Só quem não tem cultura acredita numa reportagem desta 🤦‍♂️

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